18 julho, 2007

meu último uiuiui aiaiai

fala galera.

você que está recebendo este email, primeiro, me desculpe.
me deculpe pq isso é um spam, se isso te encomoda, se isso
te enoja e dá vontade de jogar minha mensagem pela janela,
faça isso, mas, por favor, mantenha o laptop em cima da mesa.

desculpe pois estou, até sem querer, invadindo sua privacidade.
e eu tenho uma boa explicação. boa mesmo, tão boa quanto esse
spam .

mas o que quer dizer tão boa quanto esse spam (interrogação)

só isso.

ps: desculpe-nos pela invasão de privacidade.
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um dia feliz

8 x 666 = ?

aposto que sei quanto vale uma variável.

vale um sazon ou mais.

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pra convencer vc, eu só preciso de mim ?

"mas qual é a tag mais cara do mercado?"

a única.

ou não?

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FAQ de argentino

Renato: fioo como é que eu mudo as permissões de um arquivo?
me:  com as palavras

quem entender, e me encontrar na rua com essa info, ganha uma grana.

cinco reais, pelo menos.\\\


eu me garanto


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"hoje é o dia"

"olhe para o seu lado esquerdo, e 1000 virão para te ajudar..."

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tag

e o fim do google.

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poram.culturalivre.org

16 julho, 2007

arrumei um bug da minha vida. eu era livre, e num sabia.

mas isso é normal né?

as pessoas não entenderem como a vida funciona as torna cada vez mais abertas para enteder como a vida funciona.

a única coisa que precisaram fazer, foi, juntar o problema e a solução.

e entender que é tudo a mesma coisa.

pra só então começar a entender, com vai pesquisar, o que virá a ser essa tão esperada tag.

quem sabe sabe, quem não sabe é quem não colabora.



ps: que tipo de prova vc precisa?

hoje eu achei um bug no google

Estou para entrar para a histõria da humanidade.

Achei um bug no google.

o google, só é o que é, pois é inteligente.

pois bem, existem coisas inteligentes que o google não está fazendo.

blz, até aí normal, mas tem coisas que o google está fazendo e que eu não sei.

pois bem, é disso que estou falando. o bug no google é não deixar as pessoas saberem o que eles estão fazendo.

é o plano deles ser fechado.

pq enquanto for assim, eles vão estar andando no ritmo do século passado.

e pra ser a maior empresa do mundo, tem que ser a mais esperta e inteligente.

e pra ser a mais esperta e inteligente, tem que conversar com as pessoas mais espertas e inteligentes que existem no mundo.

e aqui está outro problema.

as pessoas mais espetas e inteligentes que existem no mundo.

essas pessoas não são pessoas que eu conheço, claro.
nem muito menos são pessoas que você conhece, claro.

sabe pq (interrogacao)

pq são pessoas que todos nós conhecemos juntos.
pq quando eu perguntei, vc estava pensando em pessoas diferentes,
e eu também, mas depois que falei, pensei em colaboração.

mas como assim, vc pensou antes de falar ou falou antes de pensar (interrogação)


pois é, agora me confundi. mas topo continuar depois.



ps: o bug do google é não trabalhar comigo. mas esse, talvez, seja o meu bug também, não trabalhar com o google. então... será que o bug do google é não conversar comigo (interrogacao)









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agencia de fazer camisetas

ah tá, o outro post foi com o nome errado. normal, é o caos.

estou aqui fudido. precisando fazer camisetas com mensagens diferentes.

pago 5 reais em cada camiseta com uma frase escrita no lado da frente.
e quero fazer uma encomenda de 10 camisetas (ou 20 ou menos, se for mais caro)

alguém sabe como eu poderia resolver esse problema?




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poram.culturalivre.org


onde está mesmo aquela agência de camisetas

pois é, hoje aqui em casa eu consegui provar, mais uma vez, pra minha mãe, que eu consigo viver como rei, sem trabalhar muito.

minha mãe nem sabe ainda.

mas quando ela souber que agora, já em 2007, já é possível ser feliz apenas blogando.
ela vai ficar tão feliz... sabe pq? pq ela disse pra mim na semana passada, que tudo o que
ela precisava era um emprego onde ela fica o dia todo conversando com as pessoas e escrendo
sobre isso.

Hoje, galera, hoje é o dia que posso começar a agradecer minha mãe, pq descolei um emprego pra ela.
Sei lá, pode ser que role daqui dois meses, pode ser que role daqui seis, e pode ser até que não role.

mas, se rolar... se rolar... vai ser massa!

se não rolar, vai ser massa também!

ou seja, no fim, aquela menina tava certa,
ela falou:

o que importa, é o amor e a alegria estarem se entendendo.



ps: o mais legal, é que no blogue, tenho duas sensações, de que estou escrevendo pra mim mesmo,
e a de que estou escrevendo pra todo mundo. e essa sensação me lembra alguma outra....


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poram.culturalivre.org

pense vc, pq eu tenho mais o que fazer.

ócio criativo é o caralho, tem gente faltando entender, precisando por o ócio pra trabalhar.

imagina isso, uma campanha de desenvolvimento do ócio.

novas metodologias de utilizar o ócio para o seu próprio bem, por exemplo.

pode ter gente pensando nisso agora mesmo e vc não sabe...

hahaha

preciso de outra camiseta:
pergun-te-me como.

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ego é uma merda. mas eu sou bom, sei lidar com ele.

Fala ego, blz?

como andam as coisas
? tudo bem ?

você tem trabalhado com o quê, ego, seu bundão
?

ego. vc vai ser morto agora.

e a prova de que eu vou te matar está aqui:
tenho uma arma, vou atirar em vc, e vou te ver morto, agora.


http://www.giftube.com/gif/Fireworks_Gif-281


qual é o nome do filme
?





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poram.culturalivre.org

esperto como eu sou, acho que tive outra idéia legal

seguinte:

todo o movimento do software livre funciona como o sexo.
e isso é filosofia, mas só se for explicado. mas pra entender
como funciona o sexo, o software livre e a filosofia, vc tem
que saber como funciona cada um dos três.

depois, vc tem que ler  essas quatro linhas acima e entender
pq elas levam à essas três de baixo. E aí, vc vai entender, na
última linha da segunda estrofe, que tudo acaba nas duas últimas linhas.

mas quais são as duas últimas linhas ?
Será essa a última, e se ela é a última, ela tem a resposta
? Sim! :)
(ou não, pq isso tudo poderia ser um texto engraçadinho, mas é um enigma sem fim :P)





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poram.culturalivre.org

pra quem não entedeu o último post

seguinte:

estou tentando estabelecer uma conversa com o blog do roberto winter, o ruído.

para isso, fiz um post com um assunto do interesse dele, e joguei uma isca perfeita,
e ele vai entrar na onda (hahaha - espera um pouco - ataque de risos - hahaha - voltei).

enfim, pra quem não entendeu, isso é uma experiência. blz (interrogacao)

http://ruido.rhwinter.com/ - visitem que esse cara se garante.

(claro, que o roberto vai se empolgar ainda mais quando vir esse segundo
post. Pois vai saber que estou cronometrando tudo o que estou fazendo
nessa experiência e que depois disso, pretendo fazer um levantamento de
como a rede 'dele' está articulado. pois també vou cronometrar quanto
tempo demora pra outras pessoas falarem com ele sobre isso. (desde que ele
me fale isso depois) pq depois quero saber o quanto esse assunto aqui se
espalha pela rede atravez do laço entre uiráporã<e>robertowinter)

pronto, agora que vc entendeu e topou, escreve um pouco sobre a forma aí, amigão.






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poram.culturalivre.org

foda-se a forma?

roberto winter, meu único leitor desse blog, me diga;

qual a importância da forma?


Sério, cara, eu não fiz faculdade e estou querendo aprender. Sei de
referências que me levam a algumas possibilidades, mas não sei exatamente
a informação correta e completa. Me explica, roberto, qual a importância
da forma
?

Sabe por que isso
? Por que tem gente noiando hoje em dia com informação.
E, porra, rei (como diriam na bahia) tem informação pra caralho, a gente já
sabe disso. Tem informação pra dar e vender, como diriam, mas eu acho que
tem mais que isso. Tem tanta informação que não há 'forma' de controlá-la.

Pode parecer confiante, esse texto, mas eu não tenho a menor idéia do que
estou fazendo. Mas blz, por isso que te perguntei. Pra vc achar uma forma
de me explicar como eu explico que não sei explicar que a forma não tem forma.

(falaí, pirei legal, e aposto que vc vai ler isso sem eu te avisar por email ou telefone,
se rolar, posta uma resposta aí, amigããããããããããããããããããããããÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ!!!!!)


lembra que eu sempre disse, que vc era o cara
? Pois bem, eu tenho certeza!


falou!






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13 julho, 2007

Artigo Jeff Revista da AtmosferaTIM

tá no estudiolivre.org:

http://estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=4504&amp;

---------- Forwarded message ----------
From: Jeff Miguel
Date: Jul 12, 2007 10:07 PM
Subject: Artigo Jeff Revista da AtmosferaTIM


E ai galera...

Esse eh i artigo que escrevi pra revista da TIM
depois d ter dado uma palestra no Encointro Gerencial TIM 2007
la em Angra dos Reis...

Valew

--
Jeff Miguel

blogs.metareciclagem.org/jeff



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27 junho, 2007

Encontro EstudioLivre

E a galera quer fazer um encontro da comunidade estudiolivre, senti firmeza.
viva, na cidade, a maturidade da comunidade.

http://www.estudiolivre.org/EncontroEstudioLivre2007


22 junho, 2007

Janela difícil de redimensionar

No firefox, gtk, gnome, do ubuntu, redimensionar janelas é a coisa mais difícil de se fazer com o mouse.
É difícil pegar na borda, principalmente com esses touchpads mal configurados no ubuntu.

é isso.


tags: interface, usabilidade

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05 junho, 2007

GoogleMaps

Explore neighborhoods at street level–virtually.


 
Go to Street View

Tour streetscapes and see 360° images

Use Street View to:
View street level photographs (select cities)
Take virtual walks; pan, rotate and zoom
Explore cityscapes, landmarks, points
of interest
Find shops, restaurants, parks, hotels and more
Learn how to use street view
 

+

Where 2.0: Google Releases Mapplets - Gadgets for Maps

google geotrends

Google has just released a preview of Mapplets, essentially gadgets for their maps. In practical terms it allows me to see Google trends on a map, check local gas prices, consume georss feeds, or see a heatmap visualization of Zuerich Travel times.

They can be found at http://maps.google.com/preview. You can find about 30 Mapplets to add via their content directory.

So what are Mapplets? Google explains:

Mapplets are mini-webpages that are served inside an IFrame within the Google Maps site. You can put anything inside this mini-webpage that you can put into a normal webpage, including HTML, Javascript, and Flash. Google provides a Javascript API that gives the Mapplet access to services such as manipulating the map, fetching remote content, and storing user preferences.

They have also proposed some changes to KML and ATOM that would support attribution to authors and a return URL for the content hosters. Right now. You can see an example here.

This is making Google Maps a mashup platform, but they know that they don't want to be the only data provider or the only mashup. That's why the attribution is so important. Most mashups are fighting to be found. Google is now providing them yet another way to do that.

googlellismos do google

---------- Forwarded message ----------
From: Roberto Winter
Date: Jun 5, 2007 4:08 AM
Subject: [Hacklab] google gears
To: hacklab@estudiolivre.org

insano
http://rpbouman.blogspot.com/2007/06/google-gears-webbrowser-embedded.html

http://tools.google.com/gears/

Google Gears (BETA) is an open source browser extension that enables web applications to provide offline functionality using following JavaScript APIs:
Store and serve application resources locally
Store data locally in a fully-searchable relational database
Run asynchronous Javascript to improve application responsiveness

+

http://undergoogle.com/blog/2007/05/google-gears-reader-off-line.html


Avisados por alguns de nosso leitores, notamos que o Google Reader acaba de ganhar uma versão off-line, com ela os usuários do Reader poderão visualizar suas notícias mesmo com o computador fora da internet.

A extensão promete baixar e disponibilizar os últimos 2000 feeds não lidos para a visualização via Browser.

Já podemos ir imaginando que uma versão para o Google Docs & Spreadsheets já deve estar a caminho, já que muitos usuários realmente gostariam de editar seus arquivos off-line.

Baixe Google Gears | Mais informações: Google Gears Blog

+


http://www.rememberthemilk.com/services/googlegears/
A few weeks back I wrote about Google announcing Gears an open source browser extension available for Windows, Mac, and Linux, that enables web applications to provide offline functionality using JavaScript APIs.
 
 Well now Remember the Milk (RTM) the online to-do-list has implemented Gears, thus enabling people to read their task lists offline! In the picture below you can see the green icon next to my login name which is the option to change into offline mode in the same way you can already do with Google Reader.
 

Clearly GMail misses a good native to-do-list feature, the only option right now is to install Andy's GTDGmail add-in script. Looking at Remember The Milk it is certainly very simple yet useful and more so now given you can read/write tasks offline.

[...]

http://www.gtdgmail.com/

https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3209

GTDInbox (formerly GTDGmail) discreetly integrates into Gmail making it even more suitable as a GTD tool.

GTD - Getting Things Done - is a simple and effective productivity concept: designed so that even the laziest and most scattered of people can be organised and stress free.


+++

http://editor.googlemashups.com/


Take a tour of the Google Mashup Editor »


+

http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/confirmado-google-compra-o-feedburner/

+

Em Breve: Google Apresentações.
http://www.undergoogle.com/blog/2007/06/em-breve-google-apresentaes.html

[submidialogia] Xemelizando o sistema

---------- Forwarded message ----------
From: Vitorio Amaro
Date: May 31, 2007 6:45 PM
Subject: [submidialogia] Xemelizando o sistema

oi Sergio,

Acho que esse texto é pertinente a discussão do diversidadedigital,

abs

V.A.



Xemelizando o Sistema

A diversidade de "conteúdo" na rede depende da diversidade de "sistemas"


Facilitando a Colaboração


Se queremos que as pessoas colaborem, e construam uma internet livre, é preciso que as tecnologias se desenvolvam nesse sentido. A natureza da internet pode ser descentralizada e anárquica, mas o uso que as pessoas fazem dela depende do desenvolvimento de tecnologias que possibilitem este uso. Estamos falando aqui tanto de software, como de infra-estrutura física, de hardware e de telecomunicações.

Mas pensar uma internet mantida colaborativamente não é simples. Ainda não existe a cultura de uso da responsabilidade compartilhada na internet. Projetos como a wikipedia ou wikimapia são excessões e normalmente mantidos por "geeks".

Como tornar a prática colaborativa no ambiente digital algo natural? Com formação? Escolas na internet? Talvez tudo isso, mas uma coisa acima de tudo: familiaridade com os sistemas.

Sistemas são metáforas. Cada pessoa tem a sua. Sistemas devem ser múltiplos. Múltiplas maneiras de organizar informações, idéias e dados. Isso sempre foi assim. Cada povo organizou seu calendário de uma maneira, seu idioma, sua sociedade. Cada grupo usa seus linguajares característicos, organiza as coisas de determinada maneira.

A única maneira de as pessoas colaborarem de forma natural e orgânica é a tecnologia se tornar transparente. As pessoas usam o telefone com tanta desenvoltura para se comunicar hoje em dia porque ninguém pára para pensar que está usando um telefone quando está falando com alguém: está pensando apenas na conversa.

Se investirmos em uma tecnologia que privilegie o controle e a centralização da produção, não há milagre que faça que as pessoas se comportem de maneira diferente em relação a ela. Se na tela da minha TV Digital aparecer apenas as opções "assistir canais" e "fazer compras" não adianta me vir falar de outras possibilidades.

As escolhas pelos caminhos de desenvolvimento devem ser coerentes com a cultura de uso que se espera que nasça. É preciso que se multipliquem possibilidades de metáforas para as pessoas interagirem com a máquina.

Nunca se chegará ao sistema perfeito, que torna a colaboração entre as pessoas e a organização de ideias compartilhadas algo tão natural quanto pensar e conversar. Isso porque as pessoas são diferentes: pensam e conversam de maneiras diferentes. Por isso é necessário que se criem muitos sistemas. Quanto mais melhor.

Contudo esses sistemas podem conversar entre si. A essência das mensagens trocadas internamente dentro dos diversos sitemas são sempre semelhantes. Se todos os sistemas tiverem suporte a um protocolo comum, eles facilmente conversarão. E cada pessoa poderá usar o que mais lhe agrada, e estar conectada com toda a rede, como deve ser.

Isso não significa que todos devem falar a mesma língua, ou que os sistemas tenham que ser todos semelhantes. Isso significa que os sistemas devem ser inteligentes. Por mais específico e único que um sistema possa ser, é possível que ele troque informaçoes com outras plataformas.

Um exemplo realmente muito simples disso hoje em dia é o RSS, que permite a troca de informações entre sites. Usado normalmente para alimentadores de notícias e de blogs, a potencialidade desse tipo de protocolo ainda é pouco explorada.


Compartilhamento consciente

Compartilhar não é um ato passivo de 'deixar levar', mas um ação positiva de 'tornar disponível'.

Desenvolver um software é uma coisa. Desenvolver um software e documentá-lo bem é outra coisa. E, se pensarmos bem, só esta segunda pode ser considerada desenvolvimento de software livre.

Para que alguém possa se apropriar de um código e colaborar, é preciso que haja documentação acessível e bem organizada. Se não houver, o software fica necessiaramente ligado a pessoa que primeiro o desenvolveu, e o fato de o código ser aberto não dá grandes possibilidades de evolução espontânea e caótica.

O mesmo acontece com cultura e conhecimento. Apenas fazer upload desordenado de milhões de coisas não necessariamente enriquece o repertório do videomaker que procura uma música para seu vídeo. É preciso uma cultura de uso de publicação de forma organizada.

As interfaces de compartilhamento devem tornar a classificação algo natural e orgânico. Isto pode ser a colocação de tags, ou qualquer outra maneira de indexação que venha a surgir.


Software Livre e o desenvolvimento de Softwares

Recorrentemente citamos o fim da divisão "emissor vs receptor" quando falamos em tecnologias digitais para comunidação.

No entanto nos esquecemos que, quando falamos de software livre, estamos falando a mesma coisa. Estamos falando do fim da distinção entre usuário e desenvolvedor. Tanto no sentido de que o usuário é um participante ativo no desenvolivmento do software, na medida em que ele faz parte da comunidade e colabora de alguma maneira, como também estamos falando da possibilidade de qualquer pessoa se apropriar de códigos alheios e passar a ser o desenvolvedor de seu próprio software.

Com código e documentação abertos este cenário é uma realidade.

É preciso que incentivemos:

. desenvolvimento de software livre - sempre bem documentado
. desenvolvimento de protocolos de comunidação que podem servir como base de troca de dados entre sistemas
. infra-estrutura física e de software que permita a descentralização, assim como as redes mesh extinguem a necessidade de uma grande antena central

04 junho, 2007

I wish Digital Culture can be this libertarian

Discurso do Ministro Gilberto Gil, em Sevilla:

I would like to share with you some bits of l my personal and institutional experience in the Brazilian Ministry of Culture. Although I speak as a Brazilian Government member, my voice also expresses the man, the citizen and the artist I am. I’ll try to give you a quick report on our political and cultural experience, a work that has opened to us many new possibilities.

This experience tries to stablish a new cultural standpoint from which symbolic creativity is projected beyond individual production, becoming a collective process. This experience that I wish to share with you is the construction of a program for Digital Culture, which seeks to stimulate projects that make use of free digital technologies, especially for the local development of cultural groups and communities.

Thru this presentation , I also want to make some more general considerations on my experience as a Ministry, and the ideas I have had on this subject of “technologies and creativity”. This experience began to take place about four years ago, from the efforts of many people and activists. It basically consists of technical experimentation, made available to the population of several territories of Brazil, thru an operational model of 100% effective adoption of free software for the multimedia production by the Pontos de Cultura (Cultural Hotspots).

The experience with the technologies in the Pontos de Cultura has also made possible a symbolic exercise, opening the socio-cultural contexts to interaction with concepts and contemporary languages. It takes place while encouraging the formation of a network of new cultural producers and products, which self multiply, day by day. It extends to the recognition of the technological device as a cultural performance tool, as a source of diversified references, as a platform for esthetic creation, and re-symbolization of the experienced space.

The socio-cultural experimentation made in these environments of technologically developed new sensibility has proposed to us effective models of community appropriation of the digital contents and devices, of autonomy from creators, of political self-management of its processes and the support of cultural agents.

The understanding upon which we base the experiment is that technological convergence has become or is becoming a modern cultural fact of many dimensions and consequences. Because these digital technologies contain in their genetic code elements intimately related to a future projection. Its pattern of affirmation implies a new paradigm that opens up to the 21st century.

Technology is a logical or bio-political language that permeates the structure of vital processes as a whole, in digital as well as in genetic and biological devices. Its networks, made dynamic by collaborative processes, its sharing channels, its possibilities of interference and multiple reproducibility, are first and foremost a cultural adoption people make more and more in their dayly life, and which have great impact on the human world. This cultural contemporary situation is as complex as it was the construction of urban spaces, long ago, that marked the political, esthetical, scientific and technical, cultural and vital organization of societies and civilizations.

Although a few years ago virtual was considered not real, it is now one of our biggest realities. We are today before the unleashing of creative energies that simultaneously open many perspectives, many possibilities, which are also achievable at the same time and in the same space, a subjective and objective simultaneity, something that Mauricio Lazzaratto pointed out in his book "Revolutions of Capitalism". We are experiencing a kind of social formation that is open to the creation of worlds, all quite possible, a form of organization of modes of life that is sheer potentiality quickly convertible into actual power, that brings, together with territorial mobility, an opened scenario for the individuals, both to their diversity and multiplicity.

This new reality is forcing us to rethink the standards for intellectual property, registered patents, individual work and copyright. We live in an era when interpersonal representation and new social agglutination can be highly productive and creative forms; processes that can generate new values and products. The dematerialization of production units, which are represented under the image of modern industry, takes place today with the democratization of access to information, to its encoding systems, to different forms of production and broadcast. These made-available new contents and resources are, at the same time, a large raw material that is digitally manufacturable, and an enormous technologically virtualized machinery.

The methods and disciplines — tools which formal education sought to generalize to better productive capacities — are today a knowledge that is automated in the very experience with the technological tools and languages, their modes of operation. Our intellectual abilities are more and more formed thru the operational use of light systems that make the digital world move toward the real world, this common world, ever more experienced by humanity in connection to the network. If accessible, this common world shows the the user its own constitutive laws and economies, its associative potentials and possibilities of innovation.

Music as well as cinema and television undergo today a new cycle of redefinition of its ways of doing and creating the formats of esthetic and communicational events, especially as a cultural phenomenum of large distribution and symbolic penetration. Entertainment, revolutionized by the communication tools, has created, for its projected scale in the universe of consumption, a new network of professional relations, a new movement of creative intermediation that interfere in the finishing of their products. These intermediations create, provide, distribute, reproduce, interfere, edit and change formats. This is due to the involvement of people who no longer relate to a conventional set of interests and objectives, who interact preferencially thru emotion and affection. A movie on "Youtube" for instence: Therein, there is a vast volume of versions of the same content circulating, and they are treated and setup differently, in a chaotic unchaining of agents that designed and redesigned their final format.

It is no longer a matter of falsification or adulteration of an original, but of the very information of the same product through its incessant multiplication and mutation. The same takes place with the mixing and presentation of DJs, who operate an infinity of recreations of the same composition or sequence of a song, who usually insert their own interferings that lead to other interferings, in forms of composing that never end and end up in the same genre or style.

I see that these intermediation processes and ednless reconfigurations, by interfering and remixing, affect even the writing and literature we produce. It is a significant fact that the text, such as the one I am reading, is but another line of ideas that linearly unfold: To the extent by which we re-write our words and sentences countless times, we can put together and add paragraphs and ideas where we deem best, or by deleting constructions and ideas not yet matured. In addition, the same text may be the object of many minds and hands that have gained voice, that virtually wrote it from a shared file, interfering in different directions and reaching a result concerning all who speak and are spoken of therein.

In our contemporary world, more and more everything concerns everybody. In the 19th Century, the great German playwright Bertold Brecht used to say that many other heads thought in his own head.

I see this, for example, in the writing of Caetano Veloso, especially in his book “Tropical Truth”, a book that is marked by a writing of many directions, times and voices, in a radicalization of the “free indirect debate” spoken of by Pasolini, though it speaks all the time in the first person, the "I" that Caetano always uses in several forms, expressing a common self that speaks .

Or in Chico Buarque’s books, such as Estorvo and Budapeste, that also seem to have some of that, especially in its mobile characters and the fragmented psychology that reflect this contemporaneous condition of technological mobility and creativity. The fact itself of song writers going so intensely into writing and using their sound modulation abilities in the fields of text, to me, involves this “diffuse prosaic” that technology has made re-emerge among us, with the facility of its omnipresent keys.

This new reality, uncomfortable to many, forces everyone to radical changes in their way of life and their manner of doing things.

Many corporate and government sectors have positioned themselves in a conservative manner, towards blocking the advance of these new special realities that the digital technologies promote, but which represent security problems to them, of threat to business and loss of social control. These barriers to technology are but provisory deadlocks which shall soon be resolved. Perhaps we will not even remember them, as the new technologies continue to make use of resistances to repositioning themselves.

Today, a cell phone takes pictures, organizes your life, receives the latest news, publishes on the Internet, functions a TV channel, or various, in addition to being a telephone. It is a fetishist consumption item desired, that promises a dynamic life, widely connected to the world, but also, in potential, a tool of citizenship, of political activism, placing at the hands of an individual, the means to publish ideas and creation. And this tool, miraculous to social participation in public life, has its cost reduced to almost nil, with the increase of its use.


Even against all expectations, there isn't any sector of human activity that is not revolutionized as result of the convergence of digital technologies. No one, can ignore these realities. Especially Governments. Moreover, we need to politicize such new technologies as intelligently understood by Laymert Garcia dos Santos, a smart and profount contemporary brazilian siciologist.

However, any solution brings a new question. In one hand technologies are a precious instrument to make production and circulation of ideas a more democratic reality. They help to update educational processes for instence, allowing them to become more attractive and ludic. In the other hand, these technologies can be used for dark purposes It only proves that tools need a concept. That’s why I am sure we must humanize the use of technological tools by politicizing the discussions about their uses.

In the Sixties, I wrote a song about it, about the “electronic brain”, that can do everything, but can’t speak. The song talks about the computer, incapable to feel. Today, in the Ministry of Culture of Brazil, I am sure we have not only to humanize, but also politicize those technologies. Make them political tools for the society and every citizen.

This is the idea behind the Cultura Viva Program. What we call “Digital Culture”, it is an open possibility to advance in the expansion of the frontier that dramatically delimits the fields of exclusion to public access to information and to technology. We created a department of Digital Culture within the Ministry of Culture, which acts in two fronts. First, in the inducing the questionig and discussioning of these new realities, which need to be reflected both in a governmental environment and in society, in universities and in international congresses, as we are doing here. Second, we are placing all of these questions and discussing its theory, in line with the practical and innovative actions, in many institution and social directions.

The investment in human and technological resources upgrades the activities the communities perform, their local cultural projects, which are of enormous social relevance. These “institutions” as little regular and integrated they may be, from the legal perspective, are local public equipments that do all kinds of works and provide many services to those living around them. They work with artistic languages, generating familiarity with music, theater, visual arts, cinema, poetry, and dance, among others. They also open new possibilities to oral tradition, handicraft of all kinds, and to the traditional flavors. They allow interaction of such practices and cultural forms with spaces and multimedia tools, promote digital inclusion of their participants and agents, integrating then to tourism and preservation of heritage, concurrently serving as mobilizers of savant and popular cultures, ignorant of the frontiers of traditional and vanguard arts.


These NGOs and communities that we support financially for an initial period of two years and half with semestral installments of 30 thousand reais, will soon project their learning, creating local expansions and insertions into the wider circulation media, which allow for its production. In addition, we hand them the multimedia kit running in free and recyclable technologies. The workshops made available to them aim at the creation of technological independence, allowing them to master these tools and communications devices, and use them freely with all of their creativity. The multimedia kit therefore provides the measn and is the end-activity.

Today, in Brazil, we have traditional communities such as indian tribes, quilombolas and ribeirinhos recording their songs in CDs or videotaping their work and culture.

This new burst of fresh air is unchaining new vital ideas, new innovative productions, generating a real empowerment process among this emerging creative society. This process is encouraging and inducing the formation of a network of new cultural multimedia producers in Brazil, a network which will soon be consolidated into a new generation of authors and artists effective in producing new forms of appropriation, independence, self-management and protagonism.


We have discovered that is quite easy for communities that still live in the realities of the 19th century to understand the paradigm of the 21st century, as they can deconstruct the culture of the 20th century while they pass through it, in a very quick manner, understanding what is more contemporaneous in the former industrial and consumption culture they service. Thus, we are building labs that allow manipulating and recreating, in new conditions, this new century.


The work I have witnessed with this idea and practice of Digital Culture in the Ministry of Culture, shows us that it is possible to have another form of consonance, something radical, I would even say, a "symbiosis" of the State with the civil society.

Make the convergence real, in addition to the world of high-cost digital technologies, is a challenge we must face, as this form of “exclusion" can be much more violent and damaging to society as a whole than the actual sufferings from economic exclusion.

It is the government, but also the society that has the word and the speech, who can make use of it to become politically strengthened. The social mind, in an environment open to exchange, accesses another dimension for politics that can lead it to farther than the mere "end of ideologies". All of this, in itself, is a huge advance and an experimentation quite proficuous for all public agents that constitute the projects of the State and of society.



We are therefore creating the International Observatory of Digital Culture, which is expanding beyond the national borders of this new techno-cultural dynamics. It is essential for a trilingual Internet portal (in Portuguese, Spanish and English) to be the host and platform of launching these open actions and social debates.. This virtual place of visibility is what will show the changes are in progress on each location and make them observable for a set of eyes attentive to the dynamic movements of the world today. The Portal will also have a space for the debate of theories originating from these projects, activities developed at the farthest points of this large network in formation. By seeking a replicable methodology, something that is possible by the chaotic model of organization and expansion, we are creating new intelligences that have their own life and are vital sources of knowledge. We already have scholars interested in this process.

I hope that the Observatory becomes an “international institution” born from the experiments we are performing in Brazil and which need the cooperation of the citizens of the contemporaneous world. I would like to invite everyone to share this experience with use, which cannot be only ours. The Observatory now needs to become an independent body, an organizing tie, that becomes the leader, inspiring, dynamic, critical and structuring presence. It can become, with the help of everyone, a place in present time that leads to a complete understanding of technological convergence.


I wish Digital Culture can be this libertarian. That every individual can be the center of his own perception, can be the source of his production and the medium of his own issuing. That many nets can break down walls and crush the barriers that stigmatize and keep apart those not able or willing to float in the mainstream. I wish Digital Culture can be one key to build our utopia.

Thank you very much!

[estudiolivre] autoração - ManDVD

linux de gente grande...


---------- Forwarded message ----------
From: Leo germani
Date: Jun 4, 2007 1:18 PM
Subject: [estudiolivre] autoração de DVD- ManDVD
To: estudiolivre

alguem já usou?
http://ubuntudicas.blogspot.com/2007/05/mandvd-criando-um-dvd.html

ManDVD: criando um DVD


Você tem alguns arquivos AVI ou MPEG é quer tê-los no formato DVD. No Windows você pode usar o Nero Vision. Mas paga-se por isso ou lá vamos nós procurar por um crack e baixar mais de 200mb do software.

No Ubuntu não é assim. Basta baixar o ManDVD e pronto. Não tem ele nos repositórios, por isso, devemos baixar o arquivo .DEB, dar duplo clique e pronto.

Ele é fácil e super intuitivo, mas nada como ter um manual (em espanhol) para nos guiar de uma forma menos "dolorosa".

Piece of Cake.


Leo,,

30 maio, 2007

só mais uma coisa

não se apegue demais às coisas.

pois tudo é passageiro - só se salvam o motorista e o cobrador.

é difícil

não se engane, meu filho. a verdade está aí, só não vê quem não quer.

sua vida é um lixo, por culpa sua.

suas verdades estão todas vencidas, e suas palavras não valem de nada.

letras enfileiradas, soltas e entrevirgulas. nada que tu faça vai
mudar o que tu é.

e você, meu caro rapaz, é um ser humano qualquer. que erra ao pensar
que pensa mais que alguém.

tua maior burrice é achar que não é burro. seu mairo erro é afirmar,
uma dúvida que seja.

nada é certo, contemos com isso. falta agora acertar os ponteiros.

tudo começa do 12 e vai até o 11, pra começar outra vez. esse é o
dia-a-dia, que passa duas vezes pra completar um só dia.

fazer poesia, negar a poesia. vai saber o que é ser poeta primeiro.

chegou agora e já tá botando banca. se todos fossem como você...

se liga cara, volta pra barriga da sua mãe, seu medroso duma figa.

e vai apagar agora? vai negar o que é? cai na real, deus tá vendo rapá!

cada um com seus problemas, e foda-se quem ficar.

a esperança é a única que morre, fica no caminho, nos deixa sozinhos.

bobo é quem acredita que ainda pode fazer algo pra mudar tudo isso.

se liga, cara, veio pra se fuder... vai se fuder até o fim, se não
aguenta pula da ponte, e pára de encher meu saco.

onde desliga tudo isso? como se faz pra durmir pra sempre? pois é, fácil fácil.
não sei se vai te ajudar, mas vais ser um a menos pra me atrapalhar.

podes fugir sem sumir também... toma droga. enche a cara de maconha,
se afunda no pó.
bebida eu nem falo mais, coisa de criança. mas o resto, o resto é bom pra ver.

tá olhando o que? esperando quem? rindo de qual piada?

nossas escolhas nos definem, tava escrito na legenda.

nossos erros nos condenam... e só agora que me avisam.

seja superficial sempre. ou se aprofunde direito.

páre de dizer coisas no imperativo, e páre de me perguntar.

desliga essa merda. muda esse disco. pula de ponta na maionese.

está tudo aí, e não parar é a regra.

amor? eu daria uma volta ao mundo a pé, se alguém tirasse isso da minha vida.
me deixasse só com o ar, a água e os outros elementos todos.

seja bem arrogante, isso te garante pouco respeito e menos problemas.

vai viver aí arrependido pra sempre? se fudeu!

tá dando pra ver o tamanho do problema, né?

pois é, resolve-lo é problema seu, e de mais ninguém.

matar.

28 maio, 2007

kdenlive

Primeira impressão:

Carreguei um bocado de .dv capturados, assisti alguns e adicionei dois à timeline.
Taquei um efeito sépia... foi! Quando mandei adicionar uma transição ele deu a primeira travada...

amanhã tem mais.

Instalando ubuntuMultimedia no meu macbook

Na real, eu já particionei, instalei e configurei meu triboot (macosx, linux e window$).
Agora vou configurar meu ubuntu pra modo de num precisar abrir os outros dois.

Comecei instalando o AptOnCD, que é um cara que vai me ajudar a criar um DVD de backup dessa minha instalação. Depois que eu tiver tudo instalado, ele cria um DVD com todos os pacotes instalados no meu sistema. Vamo ver se ajuda. Instalei também o 915resolution, pra arrumar a resolução da minha tela wide, além do gnome-compiz-manager e o compiz-extra, pra configurar umas coisinhaslegais do xgl integrado. Com uma resolução descente, e o exposé funcionando, posso voltar a trabalhar.

Primeiro abri a página do UbuntuGuide e do Trevino, backupeei meu sources list e mandei ver nos novos:

$ sudo gedit /etc/apt/sources.list

adicionei os seguintes repositórios:

## PLF REPOSITORY (Unsupported.  May contain illegal packages.  Use at own risk.)
## Medibuntu - Ubuntu 7.04 "feisty fawn"
## Please report any bug on https://launchpad.net/products/medibuntu/+bugs
deb http://medibuntu.sos-sts.com/repo/ feisty free non-free
# deb-src http://medibuntu.sos-sts.com/repo/ feisty free non-free

## Treviño's Ubuntu Feisty Fawn Repository (GPG key: 81836EBF - DD800CD9)
## Many "random" bleeding edge software: aMule, aMSN, Mercury, flash…
## Further informations and complete packages list: http://3v1n0.tuxfamily.org
deb http://download.tuxfamily.org/3v1deb feisty 3v1n0
# deb-src http://download.tuxfamily.org/3v1deb feisty 3v1n0

## Cinelerra packages for Feisty - i686
## http://www.kiberpipa.org/~gandalf/ubuntu/README
deb http://www.kiberpipa.org/~gandalf/ubuntu/feisty/cinelerra/i686/ ./


Salvei e depois rodei as linhas de comando para adicionar as chaves dos repositórios:

$ wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add -

$ wget http://download.tuxfamily.org/3v1deb/DD800CD9.gpg -O- | sudo apt-key add -

Abri o synaptic, sem aptitude update mesmo. Ao abrir o synaptic, fui direto ao menu "Configurações > Repositórios", na janela que se abriu mudei o servidor de 'Server for Brazil' para ' http://espelhos.edugraf.ufsc.br/ubuntu', pois esse segundo servidor é bem mais estável e rápido que o primeiro. Para fazer isso, no campo de seleção de servidor, cliquei em "Outro..." e na lista que apareceu selecionei o servidor da UFSC. Também desabilitei os sources de código fonte, que não pretendo usar.

Agora sim, mandei recarregar a lista de pacotes para começar a minha seleção.

-- os softwares --

Com esses repositórios que adicionei, acho que conseguirei instalar todos os softwares multimídia que preciso para usar nas minhas pesquisas e no meu dia-a-dia. Segue a lista do que fui lembrando:

cinelerra
vlc
xine-ui
libxine-extracodecs
inkscape
mplayer
mencoder
w32codecs
msttcorefonts
qdvdauthor + dvd95
ffmpeg
ffmpeg2theora
gstreamer0.8-ffmpeg
soundconverter
gstreamer0.8-lame
lame
lame-extras
audacity
k3b
k3b-i18n
oggfwd
oggz-tools
ogmtools
sun-java6-plugin
sun-java6-fonts
flashplugin-nonfree
ubuntu-restricted-extras
democracyplayer
xaralx
avidemux
acidrip
dvdrip
blender
dvgrab
kino
skype

isso, as dependências e outras coisas que marquei lá e não escrevi aqui, geraram essa lista de pacotes do synaptic:

http://marcacoesmultimidia.pbwiki.com/

mandei instalar (aplicar) tudo!!

baixou, abriram umas janelinhas pra LER e aceitar os termos: aceitei tudo.

Pronto! tudo instalado.

agora vou testando e postando por aqui as novidades.

16 maio, 2007

Estou em Juazeiro do Norte

Depois de bons dias em Fortaleza, vim parar em Juazeiro, terra boa, quente, bunita e feliz.

Estou aqui na casa de cristina e branquinha, mostrando como funciona a publicação no blogui.

logo mais mando outras notícias.

13 maio, 2007

YouTube aceita ogg Theora

Pois num é que hoje, fazendo vários testes no youtube, eu acabei descobrindo que o maledito aceita ogg...

Converti um DV bruto pra ogg, usando o ffmpeg2theora. o comando é simples:

$ ffmpeg2theora dvgrab-001.avi

ele gera um arquivo ogg com o mesmo nome.

daí é só subir no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=-6YCxX1lL98




PS: de qqer jeito, antes eu tinha achado um link interessante de como converter vídeos para o youtube.
http://alef13.blogspot.com/2007/05/upload-de-video-pro-youtube-melhor.html


--
poram.culturalivre.org

10 maio, 2007

F.A.Q - como fazer um filme com edição colaborativa?

From: rafael2k
Date: May 9, 2007 9:48 AM
Subject: Re: [estudiolivre] projeto de filme aberto e distribuido
To: estudiolivre@lists.riseup.net


para fazer um filme com edição colaborativa (via web, por exemplo) eh preciso:

(de forma simples)


aos colaboradores:
- ter como subir os arquivos brutos (dv) para o servidor.
- usar o cinelerra ;)

no servidor:
- um script que gera arquivos de vídeo intermediários com menor resolução e
bitrate a partir dos videos brutos enviados ao servidor - estes arquivos
menores são disponibilizados para download via um pacote que contenha todos
os vídeos publicados (um .zip o .tar.bz2).

aos colaboradores:
- o primeiro tiozinho que fizer uma edição, gera um .xml da edição (EDL - Edit
Decision List) e manda o arquivo para o um repositório versionado, como um
cvs ou svn da vida.
- dai todo o pessoal pode ir editando o video e mandando o .xml pro
repositório.

no servidor:
- tem uma opção (acessa via web, por exemplo) que diz: "Renderizar Vídeo",
daih o servidor renderiza o video (usando o cinelerra com os arquivos
brutos - dv - originais) e o disponibiliza para download.

certo?

abracos,
rafael diniz

Lobão pede voto pro Lula no dia da eleição no Faustão - 1989

Esse é o Lobão que eu admiro!

06 maio, 2007

link do dia

http://www.terra.com.br/cinema/opiniao/opus34.htm

lóbbão no faustão

Pesquisar é importante, vais saber tudo denovo...

Quem é Lobão?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lob%C3%A3o_(m%C3%BAsico)
http://lobao.uol.com.br/bio.htm


Muito tempo faz que o lobão vai no faustão
http://www.youtube.com/watch?v=UsVKhXktHeA


Disse que só ia se fosse ao vivo
http://www.roquenrou.com.br/roquenrou/ent_lobao.asp
http://chat04.terra.com.br:9781/entrevistas/2000/04/lobao1.htm


o anúncio:
http://domingaodofaustao.globo.com/Faustao/0,23178,GVF0-4346-242086,00.html


uma versão de uma história...
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1553532-EI1267,00.html


outra versão, da mesma história...
http://noticiasemrede.blogspot.com/2007/05/lobo-no-fausto.html



e vai voltar tudo outra vez.

[F.A.Q.] Acentuação "normal" em teclados Macintosh

Em 04/05/07, Uirá perguntou:

Lixeira,

(...) o José Murilo do ecologiadigital, assim como eu, é
um feliz proprietário de um macbook.

Entre outras coisas, ele me perguntou:
 
Como configurar o teclado pra funcionar com a acentuação
normal do teclado, e não com os Alt+E ou Alt+i ?


On 5/5/07, Tiago Bugarin respondeu:
ola murilo e uirá.
o procedimento é bem simples graças ao Rainer Brockerhoff lá de BH. o
cara criou um layout de teclado para os usuários brasileiros com
teclado americano e o chama de USInternational.
basta ir no link abaixo, pegar o pacote da versão mais nova, 1.1,
abrir o arquivo e copiar o .rsrc (resource, recurso) para a pasta
/Library/Keyboard Layout. basta dar um logout do usuário e quando
voltar o USInternational (bandeira americana com acentos em cima) vai
estar na lista de layouts de teclado nas Preferências de Sistema >
Internacional > Menu de Entrada.
marca para aparecer o USInternational (vai surgir um ícone novo ao
lado do relogio com o layout atual), mude o layout em uso para
USInternational e de volta ao Menu de Entrada escolha Usar o mesmo
método de entrada para todos os documentos e não mostrar o menu de
entrada na barra de menus. Se o atalho de teclado pra alternar os
métodos estiver ativo certifique-se de desativar. pronto, agora ele
vai funcionar apenas como americano internacional e não vai correr o
risco de mudar de uma hora pra outra.

http://www.brockerhoff.net/usi/index.html


F.A.Q. - Faça Aqui perguntas legais sobre Qualquer coisa!

Como eu sempre piro na batatinha, pirei denovo.
Eu ia só postar uma dica que o lixeira me passou
por email, mas achei mais fácil criar uma nova sessão
no meu blog, e de quebra uma nova empreitada editorial.

No próximo post vai dar pra ver como foi simples eu perguntar
algo pro lixeira e ele me dar uma resposta completa e simples.

Nesse espírito que resolvi criar a sessão:

F.A.Q. - Faça Aqui perguntas legais sobre Qualquer coisa!

A idéia é juntar perguntas e respostas completas e simples
para todo e qualquer tipo de questão. Para isso vou contar
com a ajuda de pessoas sábias, das mais diversas áreas
de conhecimento, pois a elas farei os meus mais intrigantes
questionamentos sobre a vida, o universo e tudo mais ...
Perguntas feitas a mim, das quais eu souber uma resposta
completa e simples, também entrarão na nova sessão.

Bora ver se isso me ajuda a levar esse blog mais a sério.

fuéééééééé!!!!

jabá

melhor que lobão na mtv, só lobbão do lobão no faustão.

30 abril, 2007

alcançar...

sabe quando vc sente que a felicidade está ali... bem na sua frente?
você pode olhar pra ela, senti-la, sonhar com ela... mas não pode toca-la.

talvez a esse momento você poderia dizer que preferiria não tê-la visto,
que preferiria manter-se ignorante à realidade, viver na ignorância, menos
feliz do que sabe ser possível, mas mais tranquilo. talvez você não queira ver o
que realmente importa... cuidado, pra não esquecer o que realmente importa.

Mas, diabos, o que é que realmente importa?

não sei, e essa é a resposta mais sábia que posso te dar. te dizer que
não há resposta, te preparar pro inevitável, pro inesperado, pro desconhecido.
muitos passam a vida toda procurando um caminho certo pra rumar,
tentando encontrar uma direção, um sentido, um jeito, um modo.
muita gente passa a vida nesse eterno caminhar, em busca de algo,
de um caminho, de uma luz... onde está o caminho? qual é o caminho certo?

não sei. vi coisas demais quando estava desacordado, e quando voltei à lucidez,
simplesmente percebi que estava cego. não mais conseguia ver, não mais conseguia
sentir, nem tocar, nem ouvir... e tive que aprender, qual era a luz que me iluminava,
qual era o sentimento que me tocava, qual era a superfície que eu apalpava, que
som era esse, que eu ouvia...

e fui fazendo minha vida, meus sentimentos, meus caminhos, meus momentos.
rumando em estradas vazias, procurando por companhias, ajudando e pedindo ajuda,
errando e fazendo de novo. e aprendendo. e cansando. e desistindo e voltando.

mas continuo, caminhando, sem rumo, rumando. fazendo meu próprio caminho,
errando. por horas eternas sozinho, lamentando. a felicidade pra mim sorrindo,
e eu estico o braço... e estou quase alcançando... e eu a toco... e vejo o mundo
dançando. borboletas nadando, golfinhos voando, pérolas derretendo e o vento
se quebrando. e sinto já sentir aquilo, desde que acordei, eu estava preparado,
eu estava pronto praquilo, eu sei. e transbordando alegria, amor, e só coisa boa...

volta e meia me preocupa, será mesmo que está tudo bem? pois está tudo indo
tão bem. e de uma coisa eu sei, nada é fácil, meu bem. tudo tem seu preço, pode
esperar que vem. e dessa vez pode ser que tudo muito certo, possa não acabar bem.

e de repente, tudo que estava em suas mãos, se esvai, tocando devagar a ponta
dos seus dedos. e tenta se segurar, e volta. e vai soltando de novo. e nada segura.
e, ó meu deus, e agora, olha minha felicidade, está indo embora... preciso correr
atrás dela, nesse caminho torto. que muda de direção a cada segundo... e não posso
soltar, sob o risco de nunca mais encontrar. mas assim, seguro, eu posso me machucar,
e a minha felicidade, pode querer não voltar...

então eu solto... e o que eu segurava pelos dedos... agora me deixa cair. num abismo,
num nada profundo... numa vontade de fugir. parece o fim do mundo, mas é uma noite
sem dormir, que depois de um sono profundo, nos mostra caminhos a persistir...

e agora, estar solto num mundo... com a felicidade por aí. E é mais complicado que antes,
quando não sabia pra onde ir. pois agora já sei um caminho, seguro e feliz, mas pelo qual
não posso seguir... e pensei que sabia o destino, mas esqueço que o destino é o caminho
quem faz, assim como cada caminho, é feito pelo destino que o atrai.

e quem sabe? pra onde eu devo ir? e quem disse? tenho que sair daqui?
e onde estou? de onde quero sair? pra onde vou? que destino quero seguir?

ouso responder vivendo.
siga-me, mas não vá me seguir!


27 abril, 2007

screen no linux

http://listas.cipsga.org.br/pipermail/linux-sbo/2004-August/000278.html

23 abril, 2007

isto é meu!

a lelê mandou na lista do estúdiolivre:

"O primeiro homem que inventou de cercar uma parcela de terra e dizer 'isto é meu', e encontrou gente suficientemente ingênua para acreditar nisso, foi o autêntico fundador da sociedade civil. De quantos crimes, guerras, assassínios, desgraças e horrores teria livrado a humanidade se aquele, arrancando as cercas, tivesse gritado: Não, impostor" (Jean-Jacques Rousseau)


A mulher na televisão brasileira

Segunda-feira que vem acontece na procuradoria da República de São Paulo (r. Peixoto Gomide, 768 ), às 14h a audiência pública  "A mulher na televisão brasileira", onde elas vão entregar o manifesto abaixo:

São Paulo, fevereiro/março de 2007.

Aos srs.
- Acionistas e diretores das diversas emissoras da TV Brasileira
- Ao Fórum pela Ética na TV
- À Sra. Adriana da Silva Fernandes - Ministério Público Federal - SP

Prezados Senhores,

A TV é uma concessão pública e, por isso, é legítimo considerar que as concessionárias têm, no mínimo, como contra partida, a responsabilidade de representar os mais altos anseios e interesses do público que pretende representar.

Importante lembrar que a comunicação hoje se inscreve entre os Direitos Humanos como um dos direitos básicos que todos os cidadãos do mundo devem ser garantidos. A comunicação é uma via de duas mãos e, assim sendo, para que se efetive, faz-se necessário, ouvir e ser ouvido/a; ver e poder mostrar, representar e se sentir representado/a.

Nós, mulheres feministas, sindicalistas, de movimentos sociais, intelectuais, trabalhadoras, de diversos extratos sociais, raças, etnias, idades, estado civil e inserção no mercado de trabalho, ou mesmo fora dele, representantes que somos da diversidade e da vida real que levam as mulheres do Brasil, consideramos que esta parcela da população (metade da humanidade e 52% da população brasileira) está sub ou muito mal representada nesse meio de comunicação que, por direito, também nos pertence.

Denunciamos que não nos reconhecemos em suas produções, quer na relativa invisibilidade nos momentos e segmentos mais sérios da programação televisiva (onde somos predominantemente invisíveis), quer na imagem, papéis, valores, dificuldades/facilidades, problemas e questionamentos, alegrias e prazeres que pretendem nos retratar, nos mais diversos programas – tele-jornais, na overdose de programas de cozinha, nos programas de auditório, programas 'de sofá', de entrevista, novelas, ou nas propagandas dos intervalos comerciais. E, o mais agravante, pior do que isso é o fato de, na maior parte do tempo, nos sentirmos vilependiadas, ridicularizadas, usadas para promover valores, padrões e produtos os mais variados, em detrimento de nossa realidade e aspirações.

A relativa invisibilidade das mulheres trabalhadoras, intelectuais, especialistas, profissionais liberais e outras, a falta de espaço para a discussão de nossas reivindicações e ideais, bem como de nossas conquistas e das mudanças que conseguimos introduzir no mundo, perpetua a reprodução dos estereótipos limitantes que influem na formação de uma subjetividade empobrecida e resultam no rebaixamento da auto-estima das mulheres e na busca de sua afirmação através da perseguição a modelos, valores e produtos veiculados.

O padrão estético disseminado pela mídia em geral, e pela TV em especial, oferece um modelo de beleza feminina pasteurizado e de difícil acesso brasileira. Assim, se, por um lado, as mulheres dizem não se reconhecer na imagem dominante, por outro elas cobram de si mesmas – e são cobradas – continuamente para atingir esse 'modelo ideal de beleza' distante da diversidade que caracteriza a nossa população.

As mortes recentes por anorexia, de jovens modelos ou aspirantes ao padrão veiculado pela mídia, ilustram bem como estes valores e padrões estéticos se transformam insidiosamente em exigência de mercado e padrão aspiracional - levando aos sacrifícios mais absurdos e ao rebaixamento da auto-estima das pessoas mais vulneráveis e das brasileiras em geral.

Convém que os senhores saibam que a nossa percepção também encontra respaldo em pesquisas internacionais, a saber:

O relatório de pesquisa da GMMP (Projeto Global de Monitoramento da Midia), coordenado por Margareth Gallagher, em sua última versão de 2005 e a WACC (World Association for Christian Communication), mostra claramente a aniquilação simbólica das mulheres, pela exclusão de suas vidas e pela trivialização de suas experiências.

O estudo mostrou que, mesmo constituindo 52% da população mundial, as mulheres aparecem em apenas 21% das notícias. Ou seja, para cada mulher que aparece no noticiário, cinco homens são retratados. No rádio este percentual é ainda menor: 17%. Em dez anos, apesar de toda a revolução no mundo das telecomunicações, este total evoluiu muito pouco, aumentando somente em três pontos.

Quando é feita uma análise qualitativa da presença das mulheres como fonte de reportagens, o estudo mostra que a opinião feminina é retratada em somente 14% dos artigos sobre política e em 20% sobre economia, os dois temas que dominam a agenda dos países. A voz feminina também é preterida quando se trata de ouvir a opinião de especialistas: 83% deles são homens.

Apesar da emancipação feminina e do brutal crescimento da nossa participação no mercado de trabalho, bem como da nossa ascendência na área da educação formal, somos ainda identificadas, sobretudo pela mídia, como esposas, mães ou filhas. Mesmo quando algumas de nós destacam-se desempenhando algum papel profissional, como por exemplo, especialistas de alguma área, não escapam da relação com o contexto familiar. 'Então, enquanto os homens são valorizados como indivíduos autônomos, o status da mulher deriva originalmente de sua relação com outras pessoas. É dessas relações, muito mais do que de sua individualidade, que a mulher obtém sua autoridade' afirma o relatório internacional.

O estudo mostrou também que há duas vezes mais reportagens que reforçam estereótipos de gênero do que matérias que os desafiam. Ao mesmo tempo, a própria desigualdade de gênero não é considerada digna de ser notícia: 96% das matérias do mundo inteiro não ressaltam este tema, sendo que as demais estão concentradas em áreas como direitos humanos, relações familiares ou ativismo feminista – assuntos que geralmente recebem pouco destaque dentro do conjunto de artigos de um veículo, em matérias predominantemente escritas por jornalistas mulheres.

É fato notório que nós mulheres mudamos a face do mundo - a nossa luta mudou o cenário político, econômico e social do país e do mundo. Nossas reivindicações alteraram o funcionamento dos organismos de poder, das empresas, da estruturação da sociedade, da organização das instituições de ensino, da própria família e dos papéis estabelecidos para o homem e para a mulher.

Mas falam em nosso nome, reforçam os estereótipos que combatemos, não refletem as mudanças e conquistas já efetivas na vida real, usam e abusam de nossa imagem, dosando-a de mais ou menos sedução, prometendo nos entregar como brinde pelo consumo de tal ou qual produto, procurando nos iludir e iludir aos homens, aos jovens e às crianças, em função de interesses que raramente são os nossos.

É preciso que a sociedade tenha acesso a uma visão diferente da que a mídia ora nos impõe.

Queremos poder efetivamente usufruir de nosso direito à comunicação e mostrar a vida e a realidade das mulheres como nós a percebemos e vivemos.
Queremos poder mostrar as mulheres em seus mais diversos contextos, na lida do cotidiano, em seus sonhos, em suas lutas, em suas conquistas, em suas contradições e problemas.

Por isso, exigimos o nosso direito de resposta .

Queremos oferecer uma alternativa a esta imagem plasmada que as emissoras de TV veiculam como sendo a única e verdadeira. E, para tanto, nos dirigimos aos senhores apresentando as seguintes reivindicações, como inalienáveis direitos nossos:

1. Queremos que, no decorrer de uma semana plena, possamos decidir, produzir e ver veiculada a nossa visão de qual é a realidade cotidiana vivida pelas mulheres brasileiras, em geral, de suas lutas, conquistas e aspirações, e das demandas que elas ainda querem e precisam realizar.

2. Queremos que as emissoras de TV, que tanto ganham em audiência e faturamento com a nossa imagem, forneçam os recursos para que possamos, de forma autônoma e independente, e com a mesma qualidade a que habituaram o seu público, produzir e veicular a nossa percepção e vivências das mulheres brasileiras.

Endossam o texto vários nomes, vinculados às mais variadas profissões.

--
Ainda não li inteiro...

da lista radiola, pra lista das radios livres, pra lista do estudiolivre e do submidialogia.

http://radiola.radiolivre.org/
http://www.radiolivre.org/
http://www.estudiolivre.org/
http://submidialogia.descentro.org/